Do francês Henri Cartier-Bresson (1908 – 2004) ao baiano Evandro Teixeira, a coleção de Silvio Frota guarda alguns momentos marcantes da história. É o caso, por exemplo, dos registros da Ditadura Militar no Brasil, feitos por Orlando Brito, Juca Martins e outros. O fechamento do Congresso Nacional, a Passeata dos 100 mil e o encontro dos generais Ernesto Geisel e Augusto Pinochet, quando eram presidentes, respectivamente, do Brasil e do Chile são alguns momentos que devem integrar uma sala especial dedicada aos Anos de Chumbo.
Sabendo da importância desse acervo, o plano de Silvio Frota é que o museu seja dedicado, principalmente, à educação. Ele já está em contato com um museólogo de São Paulo, cujo nome ainda é segredo, para auxiliar na montagem das exposições. Seu plano inicial era de já abrir as portas até o final deste ano, mas ele acredita que vá ficar para 2015 por conta das reformas do prédio.
Com informações da Redação do O POVO Online
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